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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Saúde e Fiocruz oferecem 30 vagas em curso de pós-graduação para região do Comperj


A Secretaria de Saúde de Itaboraí, em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP/Fiocruz), estão oferecendo gratuitamente curso de especialização em Gestão da Atenção Básica e Promoção do Desenvolvimento Social, com 30 vagas e duração de 13 meses. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 21 de agosto na internet: http://www.sigals.fiocruz.br/inscricao/cadastro.do?acao=telaInicial&codCL=12063&codECL=10280&codI=471

Os inscritos serão selecionados por meio de análise de currículo, carta de intenção e entrevistas. As vagas serão priorizadas para candidatos que atuam nos municípios pertencentes a área de abrangência do Comperj (Araruama, Itaboraí, Cachoeiras de Macacu, Guapimirim, Casimiro de Abreu, Magé, Maricá, Niterói, Nova Friburgo, Rio Bonito, São Gonçalo, Saquarema, Silva Jardim, Tanguá e Teresópolis). O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 03 de outubro de 2014 no mesmo endereço eletrônico da inscrição.

Apresentado aos profissionais de saúde do município em abril deste ano durante o seminário “Aprender Fazendo”, o curso busca qualificar profissionais nas áreas de saúde e assistência social no âmbito da Atenção Básica, com o intuito de contribuir para o aperfeiçoamento do processo de trabalho e para a redução das vulnerabilidades socioespaciais.

Luciano Medeiros de Toledo, coordenador do curso, comenta que a parceria com o município de Itaboraí já ocorre há oito anos, pois ele também é o pesquisador responsável pelo Plano de Monitoramento Epidemiológico da Área de Influência do Comperj.

“Além de monitorar a situação epidemiológica do município, vamos promover a capacitação dos profissionais da região, que está vivendo mudanças importantes em suas atribuições sociais. É fundamental para Itaboraí estabelecer parcerias com instituições como Fiocruz para compartilhamento de conhecimentos”, afirmou o gestor.

O curso está organizado em quatro unidades de aprendizagem e 13 módulos teóricos, totalizando uma carga horária de 760 horas, sendo 520 horas presenciais e 240 horas à distância. A previsão é que as aulas iniciem no dia 27 de outubro de 2015 e finalizem em 18 de dezembro de 2015.

As aulas presenciais estão previstas para acontecer em Itaboraí, em salas disponibilizadas pela Secretaria Municipal de Saúde. Será composta por módulos teóricos e carga horária de 40 h mensais (uma semana por mês), no horário de 9h às 17h. Os momentos à distância serão desenvolvidos através de práticas orientadas, com carga horária média de quatro horas semanais. Os profissionais estarão agrupados por áreas temáticas segundo seus perfis técnicos e propostas de projeto de intervenção.

O edital está disponível no site http://www.siga.fiocruz.br/arquivos/ls/documentos/editais/471_Edital%20GABPDS%202014.pdf. Mais informações podem ser obtidas no telefone 0800-230085 ou 2598-2558 e ainda pelo email secapresencial@ensp.fiocruz.br.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Itaboraí intensifica fiscalização a empresas de fretamento que atuam no entorno do Comperj


A Prefeitura de Itaboraí pretende, a partir de janeiro, intensificar a fiscalização do serviço de fretamento de veículos responsáveis pelo transporte de trabalhadores que atuam nas obras do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) e em seu entorno. Uma operação realizada em 18 de dezembro identificou 26 empresas que, apesar de realizarem o serviço, ainda não haviam buscado a regularização junto ao Município. Com isso, o número de empresas já identificadas pela Secretaria Municipal de Transportes que fazem esse trabalho aumentou em mais de 100%, saltando de 15 para 38.

“Quando assumimos a atual gestão, em janeiro de 2013, encontramos um quadro de muita desorganização”, lembra o secretário municipal de Transportes, Cláudio Ivanof. “O número de empresas de fretamento que já fazia o transporte dos trabalhadores naquela época era visivelmente maior que o que havia em nossos registros, que listavam apenas 15 delas. Este ano serviu para arrumarmos a casa”.

A partir da identificação das empresas, todas foram convidadas a comparecer à Secretaria Municipal de Transportes para dar início ao processo de licenciamento. Até a última sexta-feira (27/12), sete delas já haviam buscado informações.

“Nesse primeiro momento, nosso intuito não é o de punir, mas de orientar os empresários. Creio que muitos deles não tinham informações suficientes sobre como se regularizar”, afirma Edinea Gomes, fiscal de Transportes da Prefeitura.

Após a ida à Secretaria de Transportes, os representantes da empresa são orientados a abrir um processo, dando início à regularização. Ainda segundo Edinea, a ideia é a de, a partir de janeiro, começar a punir com rigor quem não se regularizar.

“Ainda aguardamos que cerca de 20 empresários apareçam na Secretaria. Caso isso não ocorra, eles serão notificados e poderão ser multados e impedidos de continuar prestando o serviço”, alerta a fiscal.

Outro fiscal que tem atuado no trabalho de identificação das empresa fretamento, João Máximo acredita que o aumento no número de transportadoras que levam trabalhadores para o Comperj tem a ver com a intensificação da fiscalização.

“Com a desorganização que existia antes, a Prefeitura vinha perdendo receita e também não tinha como exercer uma fiscalização adequada. No fim das contas, quem ganha com isso é a população”, afirma Máximo.

As empresas que não se regularizarem estão sujeitas a multa e apreensão dos veículos, e devem procurar o quanto antes a Secretaria Municipal de Transportes de Itaboraí, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Municípios do Comperj discutem ações conjunta


O prefeito de Itaboraí, Helil Cardozo, e o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, Luiz Fernando Guimarães, receberam  a vice-prefeita de São Gonçalo, Mariangela Valvieffe, e o secretário de Desenvolvimento Econômico de Niterói, Fabiano Gonçalves. O objetivo do encontro foi acertar a implantação de um Arranjo Produtivo Local (APL) para integrar os três municípios localizados na região do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

"Esse acordo será fundamental para o nosso crescimento. Não podemos pensar individualmente. Temos que olhar para todo o conjunto. Estamos para receber um grande empreendimento, mas que pode se transformar em pesadelo caso não haja um planejamento. Fico muito feliz em ver que os representantes das nossas cidades vizinhas estão aqui para que possamos crescer juntos", disse Helil Cardozo.

APL é um conjunto de fatores econômicos, políticos e sociais localizados em um mesmo território desenvolvendo atividades econômicas correlatas e que apresentam vínculos de produção, interação, cooperação e aprendizagem. A intenção é que a ação sirva para aumentar a produtividade, enraizar as riquezas locais, elevar o desenvolvimento, expandir e modernizar as bases produtivas e fazer crescer as ofertas de emprego e renda em Itaboraí, Niterói e São Gonçalo, podendo, ser levado posteriormente aos demais municípios do entorno do Comperj.

Além do "APL do Comperj", existem apenas outros quatro Arranjos em estudo de implantação no país, localizados em Ipojuca (PE), Maragogipe (BA), Ipatinga (MG) e Rio Grande (RS). Este último município foi representado no evento desta terça-feira em Itaboraí, por meio de seu prefeito, Alexandre Lindenmeyer, que demonstrou o sucesso do empreendimento em sua cidade.

"Fiz questão de comparecer não apenas para trazer a experiência técnica e teórica de Rio Grande, mas para podermos compartilhar o nosso aprendizado. Com a evolução e o desenvolvimento dos nossos municípios, não somos apenas nós que ganhamos, mas todo o Brasil, com mais ofertas de trabalho, renda e novas tecnologias", disse Lindenmeyer, revelando que Rio Grande obteve crescimento de quase 20 mil pessoas com carteira assinada nos últimos sete anos.

A reunião contou, ainda, com a presença de integrantes da Petrobras, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do ex-prefeito de Vitória e ex-deputado federal Luiz Paulo Velloso, que atualmente é consultor do Sebrae, e trabalha em auxílio ao desenvolvimento da APL do Comperj.

"O caminho certo para os municípios que querem realmente evoluir é o de buscar a união para explorar seus pontos positivos. O melhor passo é realizar uma administração intensiva, em conjunto com a Petrobras e o BNDES, mantendo diálogo permanente com as empreiteiras", disse Luiz Paulo.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Itaboraí fiscaliza 19 empresas no entorno do Comperj






Fiscais da Prefeitura de Itaboraí estiveram, nesta quinta-feira (18/07), no distrito Sambaetiba, realizando uma operação de fiscalização em 19 empresas localizadas no entorno do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Com apoio da Polícia Militar e da Guarda Municipal, 14 agentes das secretarias municipais de Obras, Meio Ambiente e Urbanismo e Segurança, à qual está subordinada a fiscalização de Posturas, atuaram na ação. Ao todo, 16 empresas apresentaram algum tipo de irregularidade. Foram emitidos 18 autos de infração e 60 notificações..

“Vejo esta operação como uma oportunidade de a administração municipal unir forças a fim de zelar pela regularidade das empresas que atuam no município”, disse Wilson Pereira, subsecretário de atividades econômicas da Secretaria Municipal de Segurança. “É importante dizer que estamos atentos às irregularidades, e preparados para fornecer ao empresário todo o suporte para que ele exerça suas atividades dentro da responsabilidade tributária e em conformidade com a lei”.

As empresas fiscalizadas são dos ramos de hospedagem, transporte, locação de máquinas e equipamentos, lavanderia, dedetização, construções, metalurgia e reciclagem. Das 19, os fiscais de tributos notificaram 16 delas para apresentarem as notas fiscais de serviços, bem como o recolhimento de Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISS). Onze empresas não forneceram certificado de licença ambiental no local, 15 foram notificadas a apresentar Habite-se e projeto de edificações, três por publicidade irregular, e outras três foram multadas por embaraço de documentação. No total, 15 firmas foram punidas com autos de infrações por ausência de alvará válido.

Duas das empresas, vizinhas ao Comperj e situadas em um mesmo terreno no Jardim Escurial, chegaram a construir suas instalações no meio de uma via pública, impedindo a livre circulação de veículos e pedestres pela Estrada da Leopoldina. Uma outra, localizada no mesmo bairro, interrompeu suas atividades no local e locou a área para três outras firmas.

A operação, por iniciativa da Prefeitura, ocorereu após ações investigativas e a checagem de denúncias sobre irregularidades de várias empresas na região de Sambaetiba. Antes da operação desta quinta-feira, foi realizado um estudo da área, com o mapeamento das localidades a serem visitadas.

Segundo a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Integração com o Comperj, a localidade em um raio de 2km do Complexo sofre diretamente o impacto da construção e funcionamento do empreendimento, necessitando de uma maior atenção dos órgãos públicos e também da Petrobras, empresa responsável pelas obras.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Justiça anula licenças ambientais e paralisa obras do COMPERJ


As obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, foram paralisadas, segundo informou a Petrobras — responsável pelas intervenções, junto ao Governo do estado. Uma sentença da Justiça anulou as licenças ambientais e intimou a interrupção imediata. A informação foi recebida pela empresa na noite de terça-feira (14) e repassada no início da madrugada de quarta (15), sem entrar em detalhes sobre o processo.
Em julho do ano passado, após reunião entre a presidente da Petrobras, Graça Foster, e autoridades fluminenses, os dois lados prometeram atuação unida para solucionar pendências como o licenciamento ambiental do emissário e dos oleodutos de suprimento de petróleo e escoamento de derivados do complexo, e o da travessia do Rio Guaxindiba. Entre os presentes, o governador do Rio Sergio Cabral, o vice Luiz Fernando Pezão e diretores da empresa.
saiba mais
Governo do Rio e Petrobras atuarão juntos por Comperj
Na ocasião, Graça Foster ressaltou a importância estratégica do Comperj, e comprometeu-se a acompanhar pessoalmente as obras da refinaria. "De nossa parte, tudo será feito para que o Comperj, na sua totalidade, seja mais um empreendimento bem-sucedido", disse.
Investimentos
Segundo Graça Foster, o Comperj é um dos projetos mais importantes da Petrobras. Do total de US$ 236,5 bilhões em investimentos previstos pela Petrobras para o período de 2012 a 2016, US$ 65,5 bilhões são destinados ao segmento de refino, transporte e comercialização de derivados. A conclusão do primeiro trem de refino do Comperj, atualmente em construção, está prevista para abril de 2015.
Em sua primeira etapa, segundo a Petrobras, o Comperj terá capacidade de processar 165 mil barris de petróleo por dia, abastecendo o mercado com óleo diesel 10 ppm (42,9% da produção), nafta petroquímica (22%), querosene de aviação (16%), coque (10%), GLP (5,5%) e óleo combustível (4,1%).
O segundo trem de refino do Comperj está em fase de avaliação e será igual às refinarias Premium I (MA) e Premium II (CE), com capacidade de processar 300 mil barris de petróleo por dia. Sua operação deve começar em janeiro de 2018. Além dos trens de refino, o projeto Comperj terá ainda unidades de produção de lubrificantes e aromáticos, e unidades de processamento do gás natural produzido no pré-sal, que também será usado como matéria-prima para as plantas petroquímicas.
"Todas as refinarias, em avaliação ou em construção, são igualmente importantes para a Petrobras. E todas estão no plano de negócios 2012-2016. Hoje necessitamos importar combustíveis, e a melhor saída é colocar de pé as novas refinarias. Estamos trabalhando dedicadamente com vistas à adequação das mesmas às métricas internacionais de preço, prazo e tecnologias padronizadas"

Via G1

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Governo Federal libera 417 milhões para Itaboraí


Dilma Vai Liberar 417 Milhões Para Itaboraí

A presidenta Dilma vai anunciou a liberação de recursos para os estados e municípios.

Itaboraí será contemplada com 417 milhões de reais, que serão destinados às obras de esgotamento sanitário.

Apesar de tardio, parece que enfim o governo federal vai cumprir a promessa do ex-presidente Lula, por ocasião do lançamento da pedra fundamental do COMPERJ (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro), que garantiu que todas as ruas de Itaboraí teriam saneamento básico.

REGIÃO DO CONLESTE VAI GANHAR MAIS DE 1 BILHÃO

Outros municípios do Conleste serão contemplados também. Niterói vai receber 400 milhões, São Gonçalo irá receber 434 milhões de reais em obras de esgotamento sanitário e abastecimento de água e Maricá vai receber 364 milhões também para esgotamento sanitário e abastecimento de água.


Via

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Em Itaboraí, ONU e UFF apresentam programa sobre cidades no entorno do Comperj



Representntes da ONU e da Universidade Federal Fluminense (UFF) apresentaram, semana passada, no Salão Nobre da Prefeitura de Itaboraí, o programa de monitoramento de indicadores socioeconômicos de impacto dos municípios no entorno do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em fase de implementação no Município.
Os estudos, encomendados pela Petrobras, são realizados por meio de uma pesquisa de campo feita por professores e alunos de graduação e pós-graduação da UFF, em parceria com a ONU-HABITAT e a Fundação Euclides da Cunha (FEC), em Itaboraí e nos outros municípios que fazem parte do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento do Leste Fluminens (Conleste).
Realizada em duas etapas - de 2007 a 2010  e de 2011 a 2013 - a pesquisa apresenta levantamentos nas áreas de Saúde, Educação, Economia (mercado de trabalho, emprego, pobreza e renda), Geociências e Saneamento (habitação e saneamento ambiental).
Para a doutora em Arquitetura e Urbanismo da UFF e coordenadora preposta do projeto, Regina Bienenstein, o principal objetivo da pesquisa é acelerar o processo de desenvolvimento econômico local.
“Agradecemos pela disponibilidade e recepção da Prefeitura de Itaboraí. cuja participação é de suma importância para o bom andamento do projeto, que será finalizado este ano”, afirmou Regina.
Segundo o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo de Itaboraí, Luiz Fernando Guimarães, responsável também pela integração entre o Município e o Comperj, a UFF realiza um trabalho de excelência, que precisa ser mais divulgado e utilizado pelo próprio Município. Ele fez algumas observações a respeito de dados sobre o empreendimento do Complexo Petroquímico, que constam da pesquisa e precisariam ser atualizados.
“Observei que os estudos já vinham sendo implementados e disponibilizados pela UFF/Petrobras aos municípios, mas que não eram valorizados e utilizados pelas prefeituras”, disse Luiz Fernando.
Também presente ao evento, o secretário municipal de Trabalho e Renda, Álvaro Adolpho, destacou que o projeto trouxe um esclarecimento produtivo, passando a ser um instrumento de informações fundamentais para a definição de políticas públicas na área de abrangência do Comperj, não só de Itaboraí, mas para os demais municípios do Conleste.
Também participaram da reunião os secretários municipais de Fazenda, José Mauro Soares; Esporte e Lazer, Sérgio Gil; e Habitação e Políticas Sociais, Wolney Trindade.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Prefeito de Itaboraí é o novo presidente do Conleste



Por unanimidade, o prefeito de Itaboraí, Helil Cardozo (PMDB), foi eleito o novo presidente do Conleste – Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento da Região Leste Fluminense - para o biênio 2013-2015.
Em assembleia realizada na tarde da sexta-feira (05/04) na sede da instituição, em Itaboraí, os 11 prefeitos que participaram do pleito elegeram também o vice-presidente, Arlei Rosa (prefeito de Teresópolis) e o Diretor Geral, Álvaro Adolpho (secretário de Trabalho e Renda de Itaboraí).
“Me sinto honrado em ser presidente desta importante instituição. Estou preparado para viver este momento, representar minha cidade e também cada eleitor que votou nos prefeitos que fazem parte do Conleste”, afirmou Helil Cardozo. “Tenho certeza que todos aqui têm o mesmo desejo de desenvolver um bom trabalho e, juntos,conseguir realizar os desafios que nosso ex-presidente, Carlos Pereira, sonhou”.
O Conleste é a associação dos 15 municípios do Leste Fluminense, criado para obter contrapartidas da Petrobras para região, em virtude da implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), definindo as principais reivindicações das regiões Metropolitanas e da Baixada Litorânea.
Para o novo presidente, a questão da mobilidade urbana é um dos principais desafios, que deve ser discutido e trabalhado pelos prefeitos do Consórcio.
“A construção do Comperj já está impactando nossa região e trazendo muitos transtornos para população. Temos que nos unir para buscar soluções e recursos para minimizar este impacto e melhorar o transporte de massa nas cidades”, frisou Helil Cardozo, que já convocou uma nova reunião no dia 19 de abril, para que os prefeitos apresentem suas demandas e novas propostas.
Participaram da eleição os prefeitos de São Gonçalo (Neilton Mulin – PR), Rio Bonito (Solange Almeida – PMDB), Teresópolis (Arlei Rosa – PMDB), Saquarema (Franciane Mota – PMDB), Cachoeiras de Macacu (Cica Machado – PSC), Tanguá (Válber Marcelo - PTB), Magé (Nestor Vidal – PMDB), Nova Friburgo (Rogério Cabral – PSD), Silva Jardim (Sebastião da Silva Rocha – PRB) e Guapimirim (Marcos Aurélio – PSDC), além do ex-presidente e ex-prefeito de Tanguá, Carlos Pereira. Estiveram ausentes os de Niterói, Maricá, Casimiro de Abreu e Araruama.
Ao fim da eleição, Helil Cardozo almoçou com um grupo de prefeitos em uma churrascaria da cidade.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Itaboraí disponibiliza Centro de Atendimento ao Microempreendedor Individual


Para incentivar a regularização de trabalhadores que atuam na informalidade, a Prefeitura de Itaboraí oferece orientação e incentivos tributários a quem optar por tornar-se Microempreendedor Individual (MEI). No primeiro ano de adesão, não será cobrada a taxa para a emissão do alvará, havendo, ainda, desconto de 75% no segundo ano, e de 50% no terceiro. Além disso, a Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo disponibiliza um local exclusivo para o atendimento ao MEI no município.

Localizado na sede da secretaria, o centro de atendimento tira dúvidas e presta esclarecimentos sobre a dinâmica que envolve a abertura de uma microempresa, acompanhando todas as fases do processo, até a inscrição no CNPJ e a emissão de alvarás. Após verificar se todos os requisitos são preenchidos pelo candidato a microempreendedor, o centro de atendimento abre um processo solicitando a realização da fiscalização pela Posturas, gerando o alvará provisório. Se tudo estiver dentro das normas, o documento definitivo é emitido em até 180 dias.

O Microempreendedor deve ter faturamento de até R$ 60 mil por ano, possuir apenas um estabelecimento e empregar até um funcionário ganhando salário mínimo ou o piso da categoria. Ele também não pode ter sócios, nem ser titular, sócio ou administrador de outra empresa.

O MEI é enquadrado no Simples Nacional, recolhendo valores mensais bem mais reduzidos. No total, o Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) é de R$ 39,90. O empreendedor tem, ainda, benefícios que incluem aposentadoria por idade (após 180 contribuições), aposentadoria por invalidez (após 12 contribuições), auxílio-doença (após 12 contribuições) e salário-maternidade (após 10 contribuições).

Os dependentes têm direito ao auxílio reclusão e pensão por morte. A contratação do funcionário também será facilitada pela redução dos impostos pagos pelo empregador.

O Centro de Atendimento ao Microempreendedor funciona na Rua Fidelis Alves, 47, 2º andar, Centro. Mais informações pelo telefone: 3639-2069,  ramal 323

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Itaboraí busca parceria para qualificar trabalhadores



Com a construção do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) no município de Itaboraí, que prevê um grande desenvolvimento em toda a região, o prefeito Helil Cardozo busca parceria com o Governo do Estado para a qualificação de trabalhadores da cidade por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do Governo Federal, gerenciado no Rio de Janeiro pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos. Apenas 20% dos trabalhadores do Comperj são de Itaboraí,  número reduzido devido à falta de mão de obra qualificada na cidade.

Na terça-feira (19/02), o vice-prefeito e secretário municipal de Desenvolvimento Social, Audir Santana, entrega ao secretário estadual de Assistência Social, Zaqueu Teixeira, solicitação para a realização de cursos de qualificação profissional em Itaboraí. Na ocasião, ocorre a reunião de todos os secretários municipais fluminenses da área de ação social com Zaqueu, que falará sobre os cursos disponíveis no Pronatec. Recentemente, Audir Santana fez uma visita de cortesia a Zaqueu, quando conversaram sobre o impacto social que será causado com a construção do Comperj.

“Parabenizo o prefeito Helil Cardozo pela preocupação com essa área. O Governo do Estado se coloca à disposição para levar a Itaboraí os cursos de qualificação profissional que são oferecidos ao Rio de Janeiro pelo Ministério de Desenvolvimento Social através da nossa secretaria”, disse Zaqueu.

Segundo Audir, o Comperj conta hoje em seus canteiros de obras com cerca de 24 mil profissionais, sendo que apenas 4.800 são de Itaboraí, ou seja: 19.200 são trabalhadores qualificados de outras cidades e estados.

“Precisamos qualificar os  nossos trabalhadores para que sejam  inseridos nesse mercado, que está crescendo e crescerá ainda mais nos próximos anos”, afirma Audir. “A construção civil na região também está em franca expansão”, salientou.

O Pronatec, programa do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, visa, entre outras ações, expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de educação profissional técnica de nível médio e de formação inicial e continuada, além de qualificação profissional presencial e à distância.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Comperj custará US$ 21,6 bilhões


Plano de energia prevê que Comperj custará US$ 21,6 bilhões

O Plano Decenal de Energia 2011-2021 colocado ontem em audiência pública pelo Ministério de Minas e Energia prevê que o Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) custará US$ 21,6 bilhões.
O valor ainda não sido divulgado pela Petrobras, dona do projeto.
O Comperj está sendo construído pela Petrobras desde 2008, no município de Itaboraí (RJ), e até agora atingiu apenas 40% do total da obra.
Greves, problemas climáticos e a demissão da Delta, uma das construtoras contratadas para a obra, foram alguns dos motivos do atraso.
No início da construção, a Petrobras estimava o custo de US$ 8,4 bilhões, mas nunca atualizou esse valor.
Segundo a EPE (Empresa de Pesquisa Energética), que elaborou o estudo, o valor divulgado "é uma estimativa preliminar, já que o projeto se encontra em reavaliação pela Petrobras".
Na divulgação do Plano de Negócios e Gestão da 2021-2016 da estatal, em junho, a presidente da Petrobras, Graça Foster, se negou a divulgar o atual valor da obra e afirmou que nenhum diretor da empresa tinha permissão para divulgar o custo.
O Comperj será formado por uma refinaria com capacidade de processar 165 mil barris de petróleo, na primeira etapa, e a previsão é que produza diesel e querosene de aviação.
Na segunda etapa, a previsão é de uma planta com capacidade para 300 mil barris diários, também para os mesmos combustíveis.
Além da refinaria, o Comperj prevê unidades geradoras de produtos petroquímicos de 1ª geração como propeno, butadieno, benzeno, entre outros, e com uma capacidade de eteno da ordem de 1,3 milhão de toneladas/ano.
Haverá também um conjunto de unidades de 2ª geração petroquímica com produção de estireno, etileno-glicol, polietilenos e polipropileno, entre outros.
A continuidade do projeto petroquímico do Comperj foi posta em cheque com a queda do preço do gás nos Estados Unidos, que estaria atraindo empresas que poderiam ingressar no empreendimento, como a Braskem.
Graça, no entanto negou semana passada que esteja revendo o projeto do Comperj. Ela afirmou que irá viabilizar, junto ao governo, a participação da Braskem com um preço de gás competitivo no Brasil.


Via Comperj News

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Rio de Janeiro terá plantio de 34 milhões de árvores, 7 milhões no COMPERJ

O Estado do Rio de Janeiro vai ser palco do plantio de 34 milhões de árvores até 2016, com a geração de 5 mil empregos verdes. O anúncio foi feito pelo secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e pela vice-presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Denise Rambaldi.

O plantio das mudas será suficiente para o poder público cumprir, com folga, suas obrigações de plantio de árvores para compensar as emissões de gases-estufa que deverão ser liberadas durante a realização da Copa do Mundo, em 2014, e dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

Segundo Minc, o compromisso olímpico firmado pelos governos federal, estadual e municipal estabelece o plantio de 24 milhões de árvores para abater as emissões das Olimpíadas de 2016.

“Vamos superar essa meta: vamos plantar 34 milhões de mudas até dezembro de 2015. Os recursos de aproximadamente R$ 500 milhões são decorrentes de obrigações das empresas que terão de efetuar o plantio, quer por compensação ambiental, quer por condicionantes de licenças ambientais ou por Autorização da Supressão de Vegetação (ASV). Neste último caso é quando uma empresa, por exemplo, para construir o seu empreendimento precisa suprimir vegetação que não seja nativa da Mata Atlântica. Em contrapartida, terá de plantar, por exemplo, cinco vezes mais do que ela retirou de vegetação”, explicou o secretário.

Minc citou, como exemplo, o reflorestamento com sete milhões de mudas por parte da Petrobras, uma medida compensatória para a construção do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), no Município de Itaboraí. 

“Com o plantio desses 34 milhões de mudas, vamos recuperar a Mata Atlântica, as nascentes e os corredores de biodiversidade para a fauna que está ficando sem espaço para viver e, portanto, ameaçada de extinção”, afirmou. 

O secretário anunciou ainda que a população poderá acompanhar com transparência a evolução das ações de plantio através do Contador de Árvores, espécie de painel instalado pela Secretaria de Estado do Ambiente no Jardim Botânico.


O FLUMINENSE

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Em parceria com a Petrobras, Sebrae/RJ apresenta agenda de capacitação em Itaboraí


Evento “Grandes Investimentos Trazem Bons Negócios” será nesta quinta-feira, dia 16

Nesta quinta-feira, dia 16, micro e pequenos empreendedores de Itaboraí e região terão a oportunidade de conhecer as capacitações que o Sebrae/RJ oferece, em parceria com a Petrobras, com o objetivo de preparar as empresas locais para as oportunidades que serão geradas pelo Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a ser instalado no município. A palestra “Grandes Investimentos Trazem Bons Negócios” será realizada das 14h às 15h30, no auditório do Hotel Pedra Bonita, em Itaboraí.

Além de informar sobre a programação de oficinas, treinamentos e consultorias em gestão, finanças e marketing, serão apresentados, durante a palestra, os resultados de uma pesquisa feita com consumidores para avaliação dos setores de comércio e serviços do município.

O evento é gratuito e os interessados em participar devem realizar inscrição pelos telefones (21) 2622-3588 (Sebrae/RJ em Niterói) e (21) 2734-2495 (Sebrae/RJ em Rio Bonito).

Serviço:

Palestra Grandes Investimentos Trazem Bons Negócios

Data: 16/08/2012
Hora: das 14h às 15h30
Local: Auditório do Hotel Pedra Bonita – Avenida 22 de maio, 6.054 – Itaboraí – RJ
Inscrições: (21) 2622-3588 (Sebrae/RJ em Niterói) e (21) 2734-2495 (Sebrae/RJ em Rio Bonito)
Evento gratuito

Via

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Concedida licença para emissário submarino do Comperj


A Petrobras obtém licença para a instalação do emissário terrestre e submarino destinado ao tratamento de efluentes industriais do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

A licença foi concedida pela Comissão Estadual de Controle Ambiental do Rio de Janeiro (Ceca). De acordo com o presidente em exercício do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Luiz Firmino, quando o órgão concedeu a licença prévia para o início das obras do Comperj ficou estabelecido como condicionante o impedimento para que a Petrobras lançasse na Baía de Guanabara os rejeitos produzidos pelo empreendimento.

"Essa condicionante foi colocada porque a Baía de Guanabara já tem um ambiente saturado, com o Estado procurando reverter a situação de degradação e, portanto, o Comperj não deveria contribuir mais ainda para o agravamento do quadro da baía. Com isto, o empreendimento só poderia levar os seus efluentes para o oceano", diz Firmino.

O presidente em exercício do Inea adianta adiantou, ainda, que a licença prévia aprovada pela Ceca contém cerca de 50 condicionantes. Entre as principais, está a obrigação da Petrobras de fazer obras de saneamento básico pelos locais por onde passar a parte terrestre do emissário, que sairá do município de Itaboraí, passando por Maricá, até chegar à parte submarina, que terá quatro quilômetros de extensão - o dobro do inicialmente previsto pela Petrobras.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Audiência Pública Comperj

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) realiza no dia 6 de agosto a audiência pública “Comperj: Debate sobre os seus impactos sociais e ambientais”.

O objetivo do evento é debater as possíveis falhas no cumprimento das condições pré-estabelecidas para a instalação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), assim como o andamento dos processos de licenciamento ambiental necessários para as obras. Dentre estas condições, está a inviolabilidade da Estação Ecológica da Guanabara e da área de proteção ambiental (APA) de Guapimirim – que ficam a 5 km do Comperj – quanto a instalação de dutos e circulação de embarcações destinadas ao transporte de material para o empreendimento.

Confira  o edital da audiência.

A audiência pública é necessária por ser um instrumento participativo capaz de garantir a atuação conjunta dos órgãos envolvidos em fiscalizar a instalação do novo Complexo Petroquímico. Além disso, um parecer técnico elaborado pela 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF também sustenta a necessidade da união entre os órgãos de defesa ambiental responsáveis pelas unidades de conservação federais a fim de promover um maior controle sobre as etapas de licenciamento do Comperj e dos empreendimentos associados.

O evento foi convocado pelo procurador da República em São Gonçalo, Lauro Coelho Junior, responsável por inquéritos civis públicos relacionados ao Comperj, e pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC/RJ), no exercício da atribuição de órgão de representação e no desenvolvimento dos trabalhos de articulação com as Procuradorias da República nos municípios do Rio de Janeiro.

Foram convidados para o evento representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da Petrobras, que vão poder expor suas considerações sobre o assunto.

A audiência pública será das 13h30 às 18h30, no auditório da sede da Procuradoria da República no Estado do Rio de Janeiro, na Avenida Nilo Peçanha, nº 31, 6º andar, Centro, Rio de Janeiro/RJ.

Fonte: Procuradoria da República no Rio de Janeiro

Colaboração: Agenda 21 Local de Itaboraí

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Petrobras faz auditoria nas obras do COMPERJ e cobra atraso nas obras

O Polo que deveria ter sido entregue em 2011 acumula problemas, desde a precariedade de mão de obra a licenças ambientais

Irritada com os atrasos na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que não tem mais data para entrar em funcionamento, a presidente da Petrobrás, Graça Foster, determinou ao novo diretor de Engenharia, José Antônio Figueiredo, a realização de uma auditoria em todas as fases da obra.

Em reunião realizada há três semanas com executivos da Petrobrás envolvidos na construção do Comperj, em área do município de Itaboraí , a presidente demonstrou irritação com o desenvolvimento da obra, que deveria ter sido inaugurada em 2011.

Graça ordenou que o prazo para entrada em operação da primeira das duas refinarias do projeto, setembro de 2014, deixasse de ser considerado pela estatal, tanto nas reuniões do Conselho de Administração, quanto nas divulgações oficiais.

"Estamos determinando um cronograma físico o mais preciso que se possa avaliar. Não é reavaliar se vai continuar fazendo ou não. Isso não se discute, vai fazer sim, porque precisamos, sim, dessas refinarias. Eu não deixo ninguém responder (quando será a entrada em operação). Só depois dessa avaliação que o diretor Figueiredo está promovendo, da forma mais detalhada possível" disse a presidente, em entrevista na semana passada.

Antecipado pelo Estado na edição de 13 de maio passado, o novo adiamento do Comperj tem origem em fatores diversos, que incluem inoperância de parte dos 24 consórcios contratados, precariedade de mão de obra, demora das obras de infraestrutura indispensáveis (como estradas e um porto na Baía de Guanabara), greves prolongadas e dificuldades na obtenção de licenças ambientais.

Atrasos.As incertezas em relação ao complexo passam ainda pelos atrasos nas parcerias negociadas pela Petrobrás para o projeto. Um exemplo importante é o acordo firmado em janeiro de 2010 com a Braskem, para a constituição de uma sociedade responsável pelas unidades petroquímicas do Comperj.

Passados dois anos e meio, o projeto ainda engatinha. A Braskem limitou-se a informar que não participa ainda do Comperj e que não se manifestaria sobre a razão da demora da parceria.

Extraoficialmente, os custos do Comperj aproximam-se dos US$ 20 bilhões, quantia que a Petrobrás não confirma. São cerca de 15 mil trabalhadores terceirizados, em 22 consórcios. Dissolvidos em maio, os dois consórcios dos quais participava a empreiteira Delta não foram substituídos até hoje. Quatro greves gerais realizadas desde novembro do ano passado resultaram em 85 dias parados.

Terceiro turno. A tentativa de recuperar o tempo perdido faz a Petrobrás avaliar a criação de um terceiro turno de trabalho, que entraria noite adentro. O temor é de que alguns dos consórcios, especialmente os integrados por empresas de médio e pequeno portes, não honrem os compromissos trabalhistas, o que poderá deflagrar novas paralisações coletivas.

A presidente da Petrobrás é reticente ao falar sobre os novos prazos do Comperj. "Se você perguntar quando entra o primeiro tem (forma como a refinaria é chamada na Petrobrás), está sendo reavaliado. Preciso saber quanto custa e quanto o que já fiz de físico. Físico e financeiro andam juntos", disse ela, também em entrevista na semana passada.

Via

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Prefeitura de Itaboraí apresenta projeto sobre mobilidade ao Sindicarga

O projeto de mobilidade urbana da Prefeitura de Itaboraí foi apresentado durante a comemoração dos 79 anos do Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro (SINDICARGA). O evento teve a participação da diretoria, associados e empresários do setor. O objetivo do encontro foi buscar soluções estruturais devido ao crescimento constante da região do entorno do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
A Prefeitura de Itaboraí, através do Chefe de Gabinete, José Roberto Salles, apresentou duas soluções para melhorar a viabilidade de cargas e passageiros e falou sobre a necessidade de uma mobilidade urbana eficiente que atenda à demanda populacional do município. Segundo o gestor, futuramente, o fluxo de trânsito será tão intenso em Itaboraí quanto é no Rio de Janeiro.
“O crescimento urbano do leste fluminense é de cerca de 21% ao ano. Precisamos de um transporte mais ágil para chegar até os municípios. A mobilidade urbana tem grande impacto na economia local e na qualidade de vida das pessoas. Quando problemática, custa caro ao estado e à sociedade, em virtude das perdas que proporciona”, afirmou.
O primeiro projeto apresentado foi o do Veículo Leve sobre Trilho (VLT). Este irá beneficiar cerca de 80% das pessoas, passando pelos seguintes trechos: Saracuruna- Guapimirim; Magé-Visconde de Itaboraí; Niterói-Visconde de Itaboraí e Santa Cruz-Itaguaí. Outra ação de melhoria de mobilidade é a implantação de um aeroporto em Itambi, terceiro distrito de Itaboraí, considerado ponto estratégico para a ligação da cidade com outros municípios. O foco é agilizar o escoamento da produção do Comperj, interligando o terminal com o Arco Metropolitano, rodovia de integração que será uma solução para os gargalos rodoviários.
Para o presidente do Sindicarga, Francesco Cupello, os projetos são viáveis e oportunos para o momento que o Estado do Rio de Janeiro está vivendo. “Mobilidade urbana é um tema que interessa a nossa instituição, porque lidamos diariamente com o fluxo de cargas e passageiros. Sabemos que o Rio tem que priorizar os investimentos no transporte e no trânsito, e os estudos apresentados pelo José Roberto Salles será analisado pela nossa equipe técnica para ser discutido com a federação”, disse.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Prefeitura buscar parceira com Comperj para projeto de mobilidade que implantará aeroporto em Itaboraí

Em busca de recursos financeiros para alavancar, através de Parceria Público-Privada (PPP), o projeto de mobilidade urbana da Prefeitura de Itaboraí, o chefe de gabinete, José Roberto Salles, se reuniu com o presidente do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (COMPERJ), Nilo Vieira, para discutir melhorias no transporte de cargas e passageiros devido ao crescimento constante de toda região do Conleste.

Segundo Salles, futuramente o fluxo de trânsito será tão intenso em Itaboraí quanto é no Rio de Janeiro. “O crescimento urbano do leste fluminense é de cerca de 21% ao ano. Precisamos de um transporte mais ágil para chegar até os municípios. A mobilidade urbana tem grande impacto na economia local e na qualidade de vida das pessoas. Quando problemática, custa caro ao estado e a sociedade, em virtude das perdas que proporciona”, afirmou.

A principal ideia do projeto é a implantação de um aeroporto em Itambi, terceiro distrito de Itaboraí, considerado ponto estratégico para a ligação da cidade com outros municípios e também para o Comperj. Durante a reunião também foi apresentado uma modelagem de Parceira Público-Privada (PPP), mostrando como seriam realizadas estas ligações com instituições bancárias, empresas privadas e públicas.

“Estamos falando de um aeroporto que dê suporte tanto para os passageiros quanto para carga. O Aeroporto Tom Jobim, o Santos Dumont e o de Jacarepaguá trabalham em seu limite. O de Cabo Frio não tem como acompanhar a demanda que irá surgir com o funcionamento do Comperj. Por isso, acredito que Itaboraí seja o melhor local para receber as aeronaves particulares que pousarão no Estado do Rio nos próximos anos”, destacou Salles.

Ainda de acordo com o chefe de gabinete, este projeto já tem apoio do governo estadual, que já incorporaram no plano de desenvolvimento regional, e também dos membros do Conleste. “Nosso objetivo é buscar novas parceiras para que possamos desenvolver estes projetos, que são de grande importância não só para o nosso município como para todo o Estado do Rio. Os aeroportos estão sobre carregados e precisamos buscar uma solução rápida para que não aconteçam problemas durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016,” afirmou.

Para o presidente do Comperj o projeto é totalmente viável e será apresentado para toda diretoria da estatal. “É bem interessante e vamos estudar a viabilidade de sua implantação com nossos parceiros. Melhorar a mobilidade urbana de Itaboraí faz parte do escopo da implantação do Complexo e, junto com a Prefeitura, vamos unir esforços para desenvolver e ajudar a cidade crescer”, disse Nilo Vieira.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Representantes do Conleste entregam projeto de segurança a Beltrame


Assustados com a onda de violência que atinge Niterói e receosos de que ela se propague aos municípios vizinhos, um grupo de prefeitos e secretários de segurança pública dos municípios participantes do Consórcio Intermunicipal do Leste Fluminense (Conleste) apresentou ao secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, e para chefe de Polícia Civil, delegada Marta Rocha, o projeto de Cinturão de Segurança para a região.

“Não podemos ficar de braços cruzados e esperar que o Governo do Estado crie uma política preventiva. Temos que nos preparar antecipadamente para o grande “boom” populacional que teremos nos próximos anos com a implantação do Comperj em nossa cidade. Já concluímos nosso projeto e queremos o apoio do Estado e da União”, disse o secretário municipal de Segurança, cel. Alcides Menezes, autor do projeto do Cinturão de Segurança.

O presidente do Conleste e também prefeito de Tanguá, Carlos Pereira, expôs na ocasião tudo o que se tem realizado dentro do consórcio no que diz respeito à área de segurança, mas que não foi inserida entre os temas que receberão aporte financeiro da Petrobras. “Estamos nos reunindo mensalmente para criarmos meios efetivos de combater a criminalidade na nossa região, que já está crescendo”, disse.

O secretário de segurança de Maricá, delegado Alexandre Neto, destacou a falta de estatística como o maior entrave para o reforço na segurança. De acordo com ele, as notificações de ocorrências acabam não sendo efetuadas pela distância entre a casa dos moradores e a delegacia mais próxima. “Alegam não haver estatística para justificar um aumento de efetivo para nós. Sabemos que a violência está crescendo, mas não existem números que justifiquem”, explica ele, se dizendo contrário à política de improvisação que tem sido feita em Niterói.

José Mariano Beltrame declarou já estar em andamento um estudo sobre segurança para os municípios do Conleste e que em breve será colocado em execução. Porém, os secretários presentes alegaram que seria mais prudente a análise do projeto do Cinturão para que ambos se completassem e atendessem às necessidades dos municípios do Conleste.

A delegada Marta Rocha informou estar viabilizando uma política de segurança voltada para ações de proteção às mulheres. Além dela, também participaram da reunião o prefeito de Rio Bonito, José Luís Alves Antunes (Mandiocão), os secretários de segurança de Magé, cel. Samuel, e o de São Gonçalo, Marcos Jardim.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Mulheres são maioria em curso de pedreiro e pintor de obras

Nada de curso de manicure, cabeleireira, costureira ou culinária. Um grupo de 29 mulheres está colocando, literalmente, a mão na massa em Itaboraí. De olho nos empregos oferecidos pela construção civil, que está em expansão no município por conta do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, elas estão buscando profissões antes tidas como masculinas.

E para atender a esta demanda, a secretaria municipal de Desenvolvimento Social, em parceria com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (PRONATEC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), realizou a aula inaugural dos cursos profissionalizantes de pedreiro de alvenaria e pintor de obras.

Sônia Márcia, de 39 anos, moradora do bairro Reta Velha está desempregada e percebeu que só teria chance se tivesse qualificação. “Vi que o curso de pintor de obras poderia ser uma ótima oportunidade para eu ter uma profissão. O mercado de construção está crescendo muito e nós, mulheres, estamos mostrando que somos tão capazes quanto os homens em qualquer tipo de trabalho, até mesmo num canteiro de obras,” disse.
De um total de 41 alunos matriculados para os cursos, 29 são do sexo feminino, o que equivale a aproximadamente 70% do total de alunos. O curso é direcionado para famílias assistidas pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) inscritos no CAD-ÚNICO. O curso de pintor de obras tem uma carga horária de 180 horas e duração de 45 dias. O de pedreiro de alvenaria, 160 horas e 40 dias. Os alunos terão aulas teóricas e práticas na Escola Municipal Genésio da Costa Cotrim. Ao final, todos os estudantes receberão certificados de conclusão do curso.

A subsecretária Sueli Nunes enfatizou a importância de agarrar as oportunidades que estão surgindo. “As empresas já veem a mulher nessa área com bons olhos por conta da escassez de mão de obra especializada. Isso se deve ao fato delas serem criteriosas, responsáveis, detalhistas, fazerem o serviço bem feito e com aquele toque feminino. Por isso, quero parabenizar todas por este interesse. Precisamos buscar novos horizontes para que possamos viver com dignidade. Vocês são exemplos para suas comunidades. Espero que depois da conclusão outras pessoas se inspirem em vocês e também busquem melhorar a vida,” destacou a subsecretária.

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